{"id":796,"date":"2016-04-11T18:23:47","date_gmt":"2016-04-11T21:23:47","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.dalva.com.br\/?p=796"},"modified":"2020-07-08T18:57:56","modified_gmt":"2020-07-08T21:57:56","slug":"fantasmas-boo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.dalva.com.br\/?p=796","title":{"rendered":"FANTASMAS?! 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At\u00e9 ent\u00e3o, eu n\u00e3o sabia que a tia Su tinha dessas hist\u00f3rias para contar.<\/p>\n<p>Pois bem, como sou da \u00e1rea, me coube incentivar a conversa, vale dizer, que j\u00e1 n\u00e3o lembro qual foi o \u201cgatilho\u201d que nos levou a isso.<\/p>\n<p>Partindo da id\u00e9ia que h\u00e1 vida ap\u00f3s a morte, da\u00ed vem os relatos.<\/p>\n<p>Tia Su, contou que em sua meninice, certa noite, deitada e acordada em sua cama, viu a silhueta de uma mulher passar, caminhar em seu quarto e ir em dire\u00e7\u00e3o a parede, a qual transpassou, como se fosse a coisa mais natural do mundo.<\/p>\n<p>A menina Su, chamou a m\u00e3e, que veio do quarto ao lado para ver o que a filha queria. Coisa que a m\u00e3e dela sempre fazia, era verificar \u00e0 noite se ela estava bem coberta.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, nessa noite, a tia Su indagou a m\u00e3e se era ela quem havia estado no quarto instantes antes.<\/p>\n<p>A resposta foi n\u00e3o.<\/p>\n<p>Tia Su relatou a m\u00e3e o que ela tinha acabado de ver.<\/p>\n<p>A m\u00e3e, provavelmente para n\u00e3o preocup\u00e1-la, disse que ela devia estar sonhando, s\u00f3 isso, que n\u00e3o era nada.<\/p>\n<p>A menina Su pensou: \u201cestou super bem acordada, n\u00e3o foi sonho\u201d.<\/p>\n<p>*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*<\/p>\n<p>Tia Su tinha uma outra hist\u00f3ria, bem pessoal, por isso, bem carinhosa \u00e9 a lembran\u00e7a que guarda deste fato.<\/p>\n<p>Sua m\u00e3e faleceu e Su foi uma das filhas que ela deixou aqui neste mundo.<\/p>\n<p>Certa noite, naquele per\u00edodo entre a vig\u00edlia e o sono, a Su viu sua m\u00e3e em seu quarto.<\/p>\n<p>A m\u00e3e apresentou-se a ela, com algo cobrindo o rosto.<\/p>\n<p>A Su, em pensamento, disse a m\u00e3e que n\u00e3o estava podendo ver o rosto dela.<\/p>\n<p>Imediata resposta, aconteceu tamb\u00e9m em pensamento: \u201cEu \u00e9 que vim te ver, minha filha\u201d.<\/p>\n<p>*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*<\/p>\n<p>Meu marido fez coment\u00e1rios, contou tamb\u00e9m algumas passagens.<\/p>\n<p>*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*<\/p>\n<p>Para amenizar um pouco o tema, que invocava long\u00ednquas lembran\u00e7as de todos n\u00f3s, dei seguimento ao nosso falat\u00f3rio, por vezes interrompido para trocarmos nossa x\u00edcara de caf\u00e9 com leite, por outro bem quentinho.<\/p>\n<p>Esclareci a tia Su, que esse tipo de experi\u00eancia n\u00e3o envolve apenas pessoas desencarnadas, que acontece tamb\u00e9m, e da mesma forma, com pessoas que est\u00e3o \u201cbem vivinhas\u201d aqui no mundo f\u00edsico.<\/p>\n<p>Foi minha vez de contar uma experi\u00eancia.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca, eu estava na faixa dos 30 anos de idade. Trabalhava em um \u00f3rg\u00e3o governamental, na fun\u00e7\u00e3o de Administradora. De quando em quando meu trabalho exigia que eu viajasse.<\/p>\n<p>Estava casada e com um filho pequeno.<\/p>\n<p>Meu trabalho era muito interessante, gratificante mesmo e eu o desempenhava, sempre, com muito gosto.<\/p>\n<p>Desta feita, eu estava no interior do meu querido Estado do Paran\u00e1. Como era regra entre n\u00f3s, toda noite nos fal\u00e1vamos ao telefone \u2013 meu marido, filho e minha m\u00e3e.<\/p>\n<p>Em uma dessas noites, eu j\u00e1 estava t\u00e3o cansada e t\u00e3o saudosa da minha casa e dos meus queridos, que ao nos falarmos, disse a eles o quanto eu gostaria \u2013 de naquele momento \u2013 estar com eles em casa e n\u00e3o em outra cidade, bem longe. Eu estava mesmo, quase desesperada, para n\u00e3o estar ali naquele lugar. O sentimento era muito intenso e agora ao relembrar, me passa na mente, facilmente, como um filme.<\/p>\n<p>Nos despedimos, fomos dormir, cada um em local diferente, \u00e9 claro.<\/p>\n<p>Essa noite foi torturante, me debatia frente esse sentimento de querer sair voando em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 casa.<\/p>\n<p>Tia Su era toda ouvidos.<\/p>\n<p>Chamei meu marido ao relato, perguntando se ele lembrava bem dessa experi\u00eancia.<\/p>\n<p>Confirmando, ele continuou a contar.<\/p>\n<p>Na dita noite ele dormiu e n\u00e3o se passou muito tempo, acordou.<\/p>\n<p>Quando acordou ele me viu entrar pela porta do nosso quarto.<\/p>\n<p>Falamos e falamos &#8230;<\/p>\n<p>Voltou a dormir.<\/p>\n<p>Na primeira oportunidade, quando voltei da viagem, ele me falou sobre isso. Eu disse que n\u00e3o tinha nenhuma consci\u00eancia disso e que me era muito forte &#8220;o desejo de estar em casa&#8221;.<\/p>\n<p>*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*<\/p>\n<p>Ainda na troca das x\u00edcaras por caf\u00e9 quente, comentei que j\u00e1 havia ouvido hist\u00f3rias semelhantes, envolvendo pessoas &#8220;de carne e osso&#8221; como dizemos. Como por exemplo, de um amigo que para ele era bem comum e frequente vivenciar experi\u00eancias desse tipo.<\/p>\n<p>*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*<\/p>\n<p>Tia Su, n\u00e3o ficou quieta e voltou a cena dizendo: &#8220;uma coisa puxa a outra, n\u00e3o \u00e9?&#8221;.<\/p>\n<p>Quando eu era mo\u00e7a e casada com meu primeiro marido, um belo dia &#8230;, pela manh\u00e3, levanteri e me dirigi a parte externa da casa. Como fazia todas as manh\u00e3s eu tirava \u00e1gua do po\u00e7o e reservava em tambores, para facilitar o trabalho.<\/p>\n<p>Nessa manh\u00e3, meu marido ficou dormindo em nosso quarto.<\/p>\n<p>No fundo do quintal, havia o banheiro da fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Enquanto eu executava o trabalho de tirar \u00e1gua e reservar no tambor, vi meu marido passar por mim em sil\u00eancio e se dirigir ao banheiro no fundo do quintal.<\/p>\n<p>Olhei para ele espantada, porque ele devia estar na cama dormindo.<\/p>\n<p>Continuei meu trabalho.<\/p>\n<p>Um tempo depois, fui para o interior da casa. Meu marido havia acordado. Disse a ele que o tinha visto passar por mim e ir ao banheiro, a poucos instantes.<\/p>\n<p>Esperei sua confirma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>N\u00e3o houve confirma\u00e7\u00e3o. Disse que era imposs\u00edvel, pois estava dormindo e tem certeza absoluta que n\u00e3o saiu da cama, em momento algum.<\/p>\n<p>*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*<\/p>\n<p>Moral da hist\u00f3ria, se \u00e9 que h\u00e1 alguma:<br \/>quando somos movidos por algum tipo de grande necessidade e tamb\u00e9m por intenso e profundo desejo, podemos, nos desdobrar e inconscientemente realizamos a tarefa.<\/p>\n<p>Acertamos o alvo.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, grande necessidade, um imenso desejo, entre outros, s\u00e3o fatores que nos levam a passar por experi\u00eancias inusitadas na vida.<\/p>\n<p>*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*<\/p>\n<p>Assim terminamos os &#8220;causos&#8221; e tamb\u00e9m o nosso caf\u00e9.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>por Dalva Helvig Nikolak<\/strong><\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n<div class=\"fb-background-color\">\n\t\t\t  <div \n\t\t\t  \tclass = \"fb-comments\" \n\t\t\t  \tdata-href = \"https:\/\/blog.dalva.com.br\/?p=796\"\n\t\t\t  \tdata-numposts = \"10\"\n\t\t\t  \tdata-lazy = \"true\"\n\t\t\t\tdata-colorscheme = \"light\"\n\t\t\t\tdata-order-by = \"time\"\n\t\t\t\tdata-mobile=true>\n\t\t\t  <\/div><\/div>\n\t\t  <style>\n\t\t    .fb-background-color {\n\t\t\t\tbackground:  !important;\n\t\t\t}\n\t\t\t.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {\n\t\t\t    width: 1440px !important;\n\t\t\t}\n\t\t  <\/style>\n\t\t  ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em maio do ano passado est\u00e1vamos tomando caf\u00e9 \u2013 nosso lanche da tarde \u2013 eu, meu marido e a tia Su.<\/p>\n<p>A tarde estava num dos seus dias nublados e chuvoso, que convidava a um bom papo.<\/p>\n<p>Conversa pra c\u00e1, conversa pra l\u00e1, ca\u00edmos num assunto curioso, para n\u00f3s interessante. 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