{"id":399,"date":"2019-06-06T12:28:49","date_gmt":"2019-06-06T15:28:49","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.dalva.com.br\/?p=399"},"modified":"2020-08-15T10:46:31","modified_gmt":"2020-08-15T13:46:31","slug":"lugares-incriveis-parte-i","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.dalva.com.br\/?p=399","title":{"rendered":"LUGARES INCR\u00cdVEIS &#8211; PARTE I"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.4.8&#8243; custom_margin=&#8221;0px||||false|false&#8221; custom_padding=&#8221;0px||||false|false&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.4.8&#8243; custom_margin=&#8221;0px||||false|false&#8221; custom_padding=&#8221;0px||||false|false&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.4.8&#8243;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.5.6&#8243; text_font_size=&#8221;18px&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-404 size-full alignnone\" src=\"https:\/\/blog.dalva.com.br\/wp-content\/uploads\/cora\u00e7\u00e3o_46.jpg\" alt=\"cora\u00e7\u00e3o_46\" width=\"284\" height=\"177\" \/><\/p>\n<p>H\u00e1 dias tenho esse tema em minha mente:\u00a0<em>lugares incr\u00edveis.<\/em><\/p>\n<p>Preciso desenvolver, mas as palavras iniciais n\u00e3o vem e muito menos as sequ\u00eancias. Isso fica a atormentar-me. E como n\u00e3o saiu da minha cabe\u00e7a &#8230; agora estou tentando delinear os primeiros passos.<\/p>\n<p>Pois bem, se num primeiro momento n\u00e3o queria vir palavras, o que dizer de uma frase e de um par\u00e1grafo. Aqui estou eu teimando encima deste tema.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, pensei: vou come\u00e7ar a colocar palavras na minha afli\u00e7\u00e3o em n\u00e3o encontrar as palavras. A\u00ed est\u00e1! J\u00e1 \u00e9 um come\u00e7o.<\/p>\n<p><em>Lugares incr\u00edveis<\/em>: com certeza vieram tr\u00eas \u00e0 minha mente. De maneira forte, n\u00e3o deixando d\u00favida alguma; tr\u00eas foram os eleitos.<\/p>\n<p>Senti-me um viandante, meio perdido, meio n\u00e3o. Quando a gente acha que est\u00e1 quase perdido, na verdade, j\u00e1 est\u00e1 totalmente perdido.<\/p>\n<p>Nesse meio tempo, em uma jornada mental, meu pensamento me levou por um caminho bem interessante.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-405 size-full alignnone\" src=\"https:\/\/blog.dalva.com.br\/wp-content\/uploads\/deserto.jpg\" alt=\"deserto\" width=\"290\" height=\"174\" \/><\/p>\n<p>Pensei em um\u00a0<em>deserto<\/em>.<\/p>\n<p>Fisicamente nunca estive em um deserto. As informa\u00e7\u00f5es que tenho s\u00e3o de filmes e de outros meios de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Sabe-se que \u00e9 uma por\u00e7\u00e3o imensa de areia, muita areia. \u00c9 quente, muito quente durante o dia. Frio \u00e0 noite, muito frio. Vento e tempestades de areia.<\/p>\n<p>Esses elementos naturais fustigam o corpo de qualquer coisa viva que com eles se deparem. Deve ser muito ruim, por\u00e9m, como agora \u00e9 fruto de minha imagina\u00e7\u00e3o, \u00e9 f\u00e1cil continuar.<\/p>\n<p>Ah! O Sol! T\u00e3o necess\u00e1rio! Nesse ambiente \u00e9 um grande vil\u00e3o. Como \u00e9 que pode? T\u00e3o maravilhoso e necess\u00e1rio \u00e0 vida, tamb\u00e9m pode ser instrumento de morte e desola\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os p\u00e9s que tentam amassar e subjugar a areia, parecem impotentes, sofrem e aceitam o dom\u00ednio do mais forte.<br \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-408 aligncenter size-medium\" src=\"https:\/\/blog.dalva.com.br\/wp-content\/uploads\/lagarto-300x225.jpg\" alt=\"lagarto\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/p>\n<p>Passa por mim, rapidamente, sem me notar, um animalzinho; uma salamandra ou pequeno lagarto habitante insistente desse lugar.<\/p>\n<p>Com o pensamento, olho ao longe. Estou procurando algo mais que n\u00e3o seja s\u00f3 areia. Parece que o vento me d\u00e1 a dire\u00e7\u00e3o; eu a sigo.<\/p>\n<p>Tenho a impress\u00e3o de sentir cheiro de terra. Rezo para que n\u00e3o seja s\u00f3 impress\u00e3o, s\u00f3 uma miragem.<br \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-407 size-full alignnone\" src=\"https:\/\/blog.dalva.com.br\/wp-content\/uploads\/deserto_tres.jpg\" alt=\"deserto_tres\" width=\"278\" height=\"185\" \/><\/p>\n<p>Para meu al\u00edvio \u00e9 um o\u00e1sis.<\/p>\n<p>Acho que d\u00e1 para definir um o\u00e1sis como sendo uma por\u00e7\u00e3o de vida, onde parece que n\u00e3o h\u00e1 vida; ou uma por\u00e7\u00e3o de terra, cercada de areia por todos os lados.<br \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-406 size-medium aligncenter\" src=\"https:\/\/blog.dalva.com.br\/wp-content\/uploads\/deserto_dois-300x169.jpg\" alt=\"deserto_dois\" width=\"300\" height=\"169\" \/><\/p>\n<p>No o\u00e1sis a primeira coisa que nos interessa encontrar \u00e9 \u00e1gua. E l\u00e1, ela sempre est\u00e1 a esperar aquele sedento, aquele faminto por uma gota d\u2019\u00e1gua que seja.<br \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-402 size-medium alignnone\" src=\"https:\/\/blog.dalva.com.br\/wp-content\/uploads\/o\u00e1sis-deserto-huacachina-300x213.jpg\" alt=\"o\u00e1sis-deserto-huacachina\" width=\"300\" height=\"213\" srcset=\"https:\/\/blog.dalva.com.br\/wp-content\/uploads\/o\u00e1sis-deserto-huacachina-300x213.jpg 300w, https:\/\/blog.dalva.com.br\/wp-content\/uploads\/o\u00e1sis-deserto-huacachina-400x284.jpg 400w, https:\/\/blog.dalva.com.br\/wp-content\/uploads\/o\u00e1sis-deserto-huacachina.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>Cactus e palmeiras, s\u00e3o as plantas mais abundantes, acompanhadas da vegeta\u00e7\u00e3o nativa.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-403 size-medium alignnone\" src=\"https:\/\/blog.dalva.com.br\/wp-content\/uploads\/sombra_e_\u00e1gua_fresca-300x225.jpg\" alt=\"sombra_e_\u00e1gua_fresca\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/blog.dalva.com.br\/wp-content\/uploads\/sombra_e_\u00e1gua_fresca-300x225.jpg 300w, https:\/\/blog.dalva.com.br\/wp-content\/uploads\/sombra_e_\u00e1gua_fresca-510x382.jpg 510w, https:\/\/blog.dalva.com.br\/wp-content\/uploads\/sombra_e_\u00e1gua_fresca-480x360.jpg 480w, https:\/\/blog.dalva.com.br\/wp-content\/uploads\/sombra_e_\u00e1gua_fresca.jpg 640w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>Sombra e \u00e1gua fresca, \u00e9 mesmo o para\u00edso do viandante.<\/p>\n<p>N\u00e3o vejo camelos e nem bicicletas.<\/p>\n<p>Volto um pouco atr\u00e1s nos meus escritos para ver se eu n\u00e3o me perdi nas montanhas de areia, ou no para\u00edso do o\u00e1sis.<\/p>\n<p>Bem, acho que me achei.<\/p>\n<p>Voltemos para aqueles tr\u00eas\u00a0<em>lugares incr\u00edveis<\/em>, que falei anteriormente.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>N\u00e3o consegui determinar a ordem de import\u00e2ncia, pois ela varia de acordo com o que sinto no momento.<\/p>\n<p>O primeiro lugar \u00e9 a minha casa.<\/p>\n<p>Est\u00e1 surpreso (a)!!<\/p>\n<p>Voc\u00ea esperava aqueles lugares que a gente tem que conhecer antes de morrer? Como as pir\u00e2mides do Egito, o Taj Mahal, Jerusal\u00e9m, Rio de Janeiro e outros?<\/p>\n<p>Para mim, os lugares onde sempre quero estar, ir e voltar, s\u00e3o estes tr\u00eas.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-409 size-medium alignnone\" src=\"https:\/\/blog.dalva.com.br\/wp-content\/uploads\/nosso_endere\u00e7o-300x176.jpg\" alt=\"nosso_endere\u00e7o\" width=\"300\" height=\"176\" srcset=\"https:\/\/blog.dalva.com.br\/wp-content\/uploads\/nosso_endere\u00e7o-300x176.jpg 300w, https:\/\/blog.dalva.com.br\/wp-content\/uploads\/nosso_endere\u00e7o.jpg 408w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>Minha casa.<\/p>\n<p>Aqui vivem muitos seres; apenas dois s\u00e3o humanos.<\/p>\n<p>A nossa por\u00e7\u00e3o de terra \u00e9 bem grande, quase um s\u00edtio, em um bairro pr\u00f3ximo ao centro da cidade.<\/p>\n<p>Aqui se hospedam p\u00e1ssaros de v\u00e1rias esp\u00e9cies, cores e tamanhos; at\u00e9 um casal de jacu com seus filhotes. O casal permanece e os filhotes ao chegarem na idade pr\u00f3pria, v\u00e3o-se e formam novas fam\u00edlias. Gralhas barulhentas. Tucanos nada silenciosos. Beija-flores exuberantes. Mais comuns s\u00e3o os pardais, jo\u00e3o-de-barro, sabi\u00e1, rolinhas e pombos. Esquilos saltam por toda a propriedade e perturbam os ninhos das aves e buscam frutas para sua alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>V\u00e1rias \u00e1rvores frut\u00edferas fazem parte da paisagem e servem de alimenta\u00e7\u00e3o para os pequenos seres que vivem aqui.<\/p>\n<p>Temos at\u00e9 gamb\u00e1s e lagarto, quase de estima\u00e7\u00e3o, aqui ficam porque suprimos diariamente suas necessidades.<\/p>\n<p>H\u00e1 muita grama verde, verde na maior parte do tempo. Um lago, embeleza o espa\u00e7o atr\u00e1s da casa. \u00c9 quase um parque!<\/p>\n<p>Das preciosidades que vivem aqui, a minha preferida s\u00e3o meus gatos; meus amores. Felizes porque aqui estou e felizes quando para aqui eu volto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Por Dalva Helvig Nikolak<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Continua no pr\u00f3ximo Post \u2013 LUGARES INCR\u00cdVEIS \u2013 Parte II<\/em><\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n<div class=\"fb-background-color\">\n\t\t\t  <div \n\t\t\t  \tclass = \"fb-comments\" \n\t\t\t  \tdata-href = \"https:\/\/blog.dalva.com.br\/?p=399\"\n\t\t\t  \tdata-numposts = \"10\"\n\t\t\t  \tdata-lazy = \"true\"\n\t\t\t\tdata-colorscheme = \"light\"\n\t\t\t\tdata-order-by = \"time\"\n\t\t\t\tdata-mobile=true>\n\t\t\t  <\/div><\/div>\n\t\t  <style>\n\t\t    .fb-background-color {\n\t\t\t\tbackground:  !important;\n\t\t\t}\n\t\t\t.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {\n\t\t\t    width: 1440px !important;\n\t\t\t}\n\t\t  <\/style>\n\t\t  ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 dias tenho esse tema em minha mente:\u00a0lugares incr\u00edveis.<\/p>\n<p>Preciso desenvolver, mas as palavras iniciais n\u00e3o vem e muito menos as sequ\u00eancias. 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