medite 5

                                             

medite 2

medite 8

 MEDITAR.  COMO É ISSO AFINAL?

    Segundo o dicionário, meditar é pensar com atenção, é ponderar, é considerar cuidadosamente; experimento é submeter a experiência, é por à prova, é ensaiar, verificar pelo uso e é por em prática; e exercício é uma atividade e é praticar.
    Esses três termos usaremos com frequência hoje.
    Você não precisa de requisitos especiais ou mirabolantes, não precisa ser extremamente religioso, nem extremamente iluminado, basta ser normal.
    Quando em meditação, você vai “ver” as imagens através da sua tela mental. A tela mental você vai perceber na testa, logo e acima das sobrancelhas, seguindo a raiz do nariz.
   É nesse local, que a sua imaginação vai se desenrolar como se fosse um filme.
    A prática leva a perfeição, lembra?
    O termo “tela mental” é mais científico; você vai encontrar outros nomes, a maioria místicos, que significam a mesma coisa, como: terceiro olho, olho interior, olho da mente, só para citar alguns.
    Aproveitando o que você já leu neste Blog, na categoria “Medite brincando. É sério!”, vamos a partir daí, dar algumas dicas.
    Condense as frases, deixe-as curtas, é mais fácil de lembrar.
    Indique para a sua mente as frases principais, de maior impacto e que, principalmente, sejam o ponto culminante que vão te levar a realização pretendida, isto é, ao objetivo de você estar fazendo o exercício.
    Vamos considerar que tudo é importante, porém, há passos essenciais, os quais não pode deixá-los de fora, ou não atingirá o objetivo.
    Não se preocupe se esquecer alguma parte, não tem problema, você sabe, a INTENÇÃO, é o mais importante de tudo.
    Primeiro, uma forma de meditar é você próprio(a) conduzir o experimento a partir de um  texto já escolhido anteriormente. Por exemplo: Pirâmide de energia.

Halley e avo

mae 15

mae 5

RETRATO DE MÃE

PARA A MINHA MÃE E PARA A SUA MÃE

    Uma simples mulher existe que, pela imensidão de seu amor, tem um pouco de Deus, e pela constância de sua dedicação, tem muito de anjo;
    que sendo moça pensa como uma anciã e sendo velha age com todas as forças da juventude; 
    quando ignorante melhor que qualquer sábio desvenda os segredos da vida; e quando sábia assume a simplicidade das crianças;
    pobre sabe enriquecer-se com a felicidade dos que ama; e, rica, empobrece-se para que seu coração não sangre ferido pelos ingratos;
    forte, entretanto, estremece ao choro de uma criancinha; e, fraca, se alteia com a bravura dos leões;
    viva, não lhes sabemos dar valor, porque a sua sombra todas as dores se apagam e, morta, tudo o que somos e tudo o que temos daríamos para vê-la de novo e dela receber um aperto de seus braços, uma palavra de seus lábios.
    Não exijam de mim que diga o nome dessa mulher; se não quiserem que ensope de lágrimas este álbum, porque eu a vi passar no meu caminho.

mae 2mae 16

 

 

 

mae 10

A ORIGEM DO DIA DAS MÃES

    A mais antiga comemoração do dia das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
    O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de “Mothering Day”, fato que deu origem ao “mothering cake”, um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
    Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de “O Hino de Batalha da República”.
    Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
    Durante três anos seguidos, Ana lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
    Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Ana Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data. 

fogo M

fogo B

fogo A

A LIÇÃO DO FOGO

   Um membro de um determinado grupo, ao qual se reunia regularmente, sem nenhum aviso deixou de participar de suas atividades.
    Após algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor.

    Adivinhando a razão da visita, o homem deu boas vindas ao líder, conduziu-o a uma poltrona perto da lareira e ficou quieto, esperando. O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada.
    No enlevo do silêncio que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno das achas de lenha que ardiam.
    Após alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram.
    Cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, afastando-a para o lado. Voltou então a sentar-se, permanecendo em silêncio e imóvel. O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto.      
    Aos poucos a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou-se de vez.
    O silêncio se faz mais profundo ...

fantasminha 3

fantasma 5fantasma gato 4

FANTASMAS ?!  Boo!!!!!

    Em maio do ano passado estávamos tomando café – nosso lanche da tarde – eu, meu marido e a tia Su.
    
A tarde estava num dos seus dias nublados e chuvoso, que convidava a um bom papo.
    
Conversa pra cá, conversa pra lá, caímos num assunto curioso, para nós interessante. Até então, eu não sabia que a tia Su tinha dessas histórias para contar.
    
Pois bem, como sou da área, me coube incentivar a conversa, vale dizer, que já não lembro qual foi o “gatilho” que nos levou a isso.
    
Partindo da idéia que há vida após a morte, daí vem os relatos.
    
Tia Su, contou que em sua meninice, certa noite, deitada e acordada em sua cama, viu a silhueta de uma mulher passar, caminhar em seu quarto e ir em direção a parede, a qual transpassou, como se fosse a coisa mais natural do mundo.
    
A menina Su, chamou a mãe, que veio do quarto ao lado para ver o que a filha queria. Coisa que a mãe dela sempre fazia, era verificar à noite se ela estava bem coberta.
    
Então, nessa noite, a tia Su indagou a mãe se era ela quem havia estado no quarto instantes antes.
    
A resposta foi não.
    
Tia Su relatou a mãe o que ela tinha acabado de ver.
    
A mãe, provavelmente para não preocupá-la, disse que ela devia estar sonhando, só isso, que não era nada.
    
A menina Su pensou: “estou super bem acordada, não foi sonho”.
    
                        *.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*
    
Tia Su tinha uma outra história, bem pessoal, por isso, bem carinhosa é a lembrança que guarda deste fato.
    
Sua mãe faleceu e Su foi uma das filhas que ela deixou aqui neste mundo.
    
Certa noite, naquele período entre a vigília e o sono, a Su viu sua mãe em seu quarto.
    
A mãe apresentou-se a ela, com algo cobrindo o rosto.
    
A Su, em pensamento, disse a mãe que não estava podendo ver o rosto dela.

Subcategorias

ptenfrdees

Lembrete

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Não vá embora sem deixar seu comentário. Como vou saber que me visitou?

Eu sou Dalva Helvig Nikolak

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

    Falar da gente mesmo parece não ser uma das tarefas mais fáceis, mas para VOCÊ  que ficou interessado(a) em meu trabalho, vou me desvendar um pouco e contar como penso.
    Sou DALVA Helvig Nikolak, nasci no dia 31 de dezembro de 1950, em Curitiba-PR, Brasil.
    Autora do livro TARDE DEMAIS.  TARDE DEMAIS é uma experiência vivida em vidas passadas.
    Pois bem, sou Parapsicóloga, com curso de Pós-Graduação na Faculdade Integradas Espírita de Curitiba - Pr., em 1989. 

Leia mais...

Livro "Tarde Demais"

livro

Pensamento do dia

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Escolhas
“Viver é isto: ficar se equilibrando o tempo todo entre as escolhas e as consequências.”
              Jean Paul Sartre

 

Medite Brincando. É sério!

Assine Nossa Newsletter

Nome
E-mail *
 
 
 

Livros que li e recomendo

Ave, Cristo! Thumbnail

"Ave, Cristo! Os que vão viver para sempre te glorificam e saúdam!"Esse sublime estandarte, que centenas de almas radiantes seguravam no mundo espiritual, mártires do Cristianismo encontravam após os...

Renúncia Thumbnail

Em que constelação permaneceria Alcione, a alma de sua alma, vida de sua vida?A doce Alcione pede para voltar à Terra e acompanhar o grande amor de seu passado. Carlos, numa nova existência de...

Cinquenta anos depois Thumbnail

Somente os séculos de trabalho e de dor poderão anular os séculos de egoísmo, orgulho e ambição que nos conduziram à iniquidade!Passados cinquenta anos de sua trajetória como o senador Públio...

Há 2000 anos ... Thumbnail

Que são os milênios no relógio da Eternidade?A humildade do Espírito Emmanoel nos proporciona esta narrativa da existência carnal em que foi o orgulhoso senador romano Públio Lentulus e obteve...

Paulo e Estêvão Thumbnail

O Mestre chama-o, da sua esfera de claridades imortais. Paulo tateia na treva das experiências humanas e responde: -  Senhor, que queres que eu faça?   Depois de sete décadas de existência, o romance...