A ORIGEM DO DIA DAS MÃES

mae 2mae 16

 

 

 

mae 10

A ORIGEM DO DIA DAS MÃES

    A mais antiga comemoração do dia das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
    O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de “Mothering Day”, fato que deu origem ao “mothering cake”, um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
    Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de “O Hino de Batalha da República”.
    Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
    Durante três anos seguidos, Ana lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
    Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Ana Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data. 

     O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Ana Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse um dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. “Não criei o dia das mães para ter lucro”, disse furiosa a um repórter em 1923. Neste mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
    Ana passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa adiante. Dizia que as pessoas não agradecem frequentemente o amor que recebem de suas mães. “O amor de uma mãe é diariamente novo”, afirmou certa vez. Ana morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todo, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.
    Durante a primeira missa das mães, Ana enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a Igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Ana, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Ana enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.
    No Brasil, o primeiro Dia das Mães foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardel-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.

Texto extraído do site:  www.portaldafamilia.org

ptenfrdees

Lembrete

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
 

Não vá embora sem deixar seu comentário. Como vou saber que me visitou?

Eu sou Dalva Helvig Nikolak

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
 

    Falar da gente mesmo parece não ser uma das tarefas mais fáceis, mas para VOCÊ  que ficou interessado(a) em meu trabalho, vou me desvendar um pouco e contar como penso.
    Sou DALVA Helvig Nikolak, nasci no dia 31 de dezembro de 1950, em Curitiba-PR, Brasil.
    Autora do livro TARDE DEMAIS.  TARDE DEMAIS é uma experiência vivida em vidas passadas.
    Pois bem, sou Parapsicóloga, com curso de Pós-Graduação na Faculdade Integradas Espírita de Curitiba - Pr., em 1989. 

Leia mais...

Livro "Tarde Demais"

livro

Pensamento do dia

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
 

Grandes batalhas
“Grandes batalhas só são dadas a grandes guerreiros!”
             Mahatma Gandhi

 

Medite Brincando. É sério!

Assine Nossa Newsletter

Nome
E-mail *
 
 
 

Livros que li e recomendo

Ave, Cristo! Thumbnail

"Ave, Cristo! Os que vão viver para sempre te glorificam e saúdam!"Esse sublime estandarte, que centenas de almas radiantes seguravam no mundo espiritual, mártires do Cristianismo encontravam após os...

Renúncia Thumbnail

Em que constelação permaneceria Alcione, a alma de sua alma, vida de sua vida?A doce Alcione pede para voltar à Terra e acompanhar o grande amor de seu passado. Carlos, numa nova existência de...

Cinquenta anos depois Thumbnail

Somente os séculos de trabalho e de dor poderão anular os séculos de egoísmo, orgulho e ambição que nos conduziram à iniquidade!Passados cinquenta anos de sua trajetória como o senador Públio...

Há 2000 anos ... Thumbnail

Que são os milênios no relógio da Eternidade?A humildade do Espírito Emmanoel nos proporciona esta narrativa da existência carnal em que foi o orgulhoso senador romano Públio Lentulus e obteve...

Paulo e Estêvão Thumbnail

O Mestre chama-o, da sua esfera de claridades imortais. Paulo tateia na treva das experiências humanas e responde: -  Senhor, que queres que eu faça?   Depois de sete décadas de existência, o romance...